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Campanha TJPE Acolhimento Solidário no Natal para beneficiários crianças e adolescentes lançada em instituições de acolhimento

A ausência de critérios claros levou a uma multiplicidade de entendimentos entre os tribunais. Foto: Reprodução

jurinews.com.br

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O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), por meio da Coordenadoria da Infância e Juventude, lança a campanha Acolhimento Solidário no Natal com o objetivo de arrecadar roupas, peças de cama, sapatos, itens de higiene, alimentos não perecíveis e brinquedos para 74 instituições de acolhimento, localizadas no Estado, sendo 14 no Recife. A ação beneficiará uma média de 900 crianças e adolescentes que vivem nas casas de acolhida em Pernambuco.

Os interessados em ajudar podem fazer as doações diretamente nas instituições no Recife e nos demais municípios. No caso das casas de acolhida do Recife, as doações podem ser também entregues na Coordenadoria da Infância e Juventude, situada no Centro Integrado da Criança e do Adolescente (CICA), na Rua Fernandes Vieira, 405, no bairro da Boa Vista.

“Estamos chegando no período do Natal, tempo no qual os sentimentos de amor, gratidão e responsabilidade social devem aflorar. Todo mundo gosta de receber atenção e afeto, especialmente nesse período. As crianças que estão em unidades de acolhimento mais ainda porque estão apartadas de seus familiares e precisam desse apoio, dessa ajuda, dessa solidariedade. Então, a campanha de acolhimento solidário é para quem precisa muito desse amparo. Podem ser doados principalmente brinquedos, que as crianças gostam, mas também roupas, peças de cama, e alimentos não perecíveis. Fazendo isso, você está colocando em prática o verdadeiro espírito de Natal”, destaca o presidente do TJPE, desembargador Luiz Carlos de Barros Figueirêdo.

Para a coordenadora da Infância e Juventude, juíza Hélia Viegas, a importância dessa campanha é também o acolhimento de crianças e adolescentes que já foram retirados do convívio com a sua família após passar por situações difíceis. “Muitas vezes por sofrer violações de diversas naturezas, sejam agressões físicas ou verbais, violência sexual ou negligência nos cuidados. São crianças e adolescentes que já sofreram muitas dores na busca pelo seu desenvolvimento pleno. Participar dessa iniciativa significa para mim um pertencimento de toda a sociedade ao atuar no contexto de vulnerabilidade de meninas e meninos, que na sua grande maioria, nunca receberam um presente, muito menos no Natal, e acima de tudo é um gesto de amor e solidariedade”, complementa a magistrada.

Confira os endereços das instituições de acolhimento AQUI.

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