Bastidores da Ordem - MS

Rachel Magrini lidera disputa para OAB-MS. 63% dos advogados querem nova gestão, aponta pesquisa

 Rachel Magrini lidera disputa para OAB-MS. 63% dos advogados querem nova gestão, aponta pesquisa

jurinews.com.br

Por Redação JuriNews
10/09/2021 - 08:09

Advogados do Mato Grosso do Sul também dizem querer renovação no comando da Seccional da OAB. É o que aponta o novo levantamento do Instituto de Pesquisa Resultado faltando cerca de dois meses para a eleição.

A pré-candidata de oposição na disputa pela Presidência da OAB-MS, Rachel Magrini, lidera a pesquisa realizada entre os dias 3 e 6 de setembro com 400 advogados.

Rachel tem 40% das intenções de voto, seguida pelo pré-candidato da situação, Luís Cláudio Bitto Pereira, com 34,25% e Giselle Marques, também oposição, com 2,5%. Outros 23,25% dos entrevistados disseram não apoiar nenhum nome.

Na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não informa nenhum nome, Rachel também é a mais lembrada, com 23%. O segundo mais citado é Bitto Pereira, com 20,75% dos votos.

O atual presidente da OAB-MS, Mansour Karmouche, foi mencionado por 2%, mesmo não sendo candidato à reeleição. Giselle Marques aparece com 1% e Leonardo Avelino Duarte, que também não é candidato, foi citado por 0,25%. 53% não souberam ou não quiseram responder.

Os advogados também foram questionados se querem a continuidade do mesmo grupo que comanda a OAB ou desejam renovação. 63,5% disseram que querem uma nova gestão e 36,5% defenderam a manutenção do grupo atual.

No quesito rejeição, Giselle Marques sai na frente, com índice de 21,5%. Bitto Pereira aparece com 11,25% e Rachel Magrini tem apenas 5%. Dos entrevistados, 62,25% disseram não rejeitar nenhum dos candidatos.

Quando perguntados sobre a principal queixa da profissão, 38,75% reclamaram da anuidade alta; 33,5% disseram ser a ausência de cobrança quanto à morosidade do Judiciário; 7,75% apontaram a falta de medida efetiva quanto ao acesso do advogado à CPE (Central de Processamento Eletrônico) e 4,25% disseram ser a instabilidade do processo eletrônico na Justiça comum. Para 15,75%, a OAB tem feito sua parte.

A margem de erro da pesquisa é de 4,8% para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%.

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