Associação dos Magistrados do RN Azevedo Hamilton volta a disputar Presidência da AMARN

Ex-presidente da Associação dos Magistrados do Rio Grande do Norte, o juiz de Direito Azevedo Hamilton volta a disputar a Presidência como candidato da chapa ‘Sua AMARN. Nossa voz’. Os magistrados potiguares vão escolher no dia 16 de março a nova diretoria da AMARN para o triênio 2018-2021.


Presidente da AMARN entre os anos de 2010 e 2011, o juiz com atuação nos Juizados Especiais Cível e Criminal de Natal coloca seu nome à disposição mais uma vez motivado pelo desejo de servir ao Poder Judiciário e à sociedade como porta-voz da magistratura. “Estamos buscando a manutenção dos objetivos institucionais e de independência da AMARN com grande renovação da diretoria. Queremos renovar a atuação da AMARN com muita vibração e energia”, disse Azevedo Hamilton em entrevista ao Jurinews.


Ele define a luta por melhores condições de trabalho como principal proposta de campanha. “Já fizemos isso bem no passado e podemos fazer mais. Quem ganha com isso é a população com um Poder Judiciário mais célere. Além da melhoria das condições para uma melhor prestação de serviços à população, defendemos a democratização do Judiciário com eleição direta para presidente do Tribunal, acreditamos que é possível melhorar a prestação jurisdicional com mais investimento na primeira instância e expansão do PJe para o interior com qualidade e redistribuição de funcionários de acordo com a carga de trabalho”. 


Azevedo também cita o plano de apoiar de maneira permanente as coordenações jurisdicionais e a intenção de buscar soluções mais eficazes para as varas de alta demanda como acontece em outros estados. Ele defende ainda uma maior divulgação das ações do Poder Judiciário e do trabalho dos juízes. “O Judiciário vive hoje uma crise de imagem, onde se fala muito em problemas e não se mostra o que é feito. Precisamos fazer a divulgação da verdade porque a sociedade precisa saber o que fazemos, precisa saber que o juiz brasileiro julga em média 1.800 processos por ano e é um dos mais produtivos do mundo”, destacou. 

 

 

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